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Renan Santos2026
Guia da entrevista

Flávio Bolsonaro é um “gângster”, Lula é um "capeta" diz Renan Santos em entrevista polêmica

98fmnatal · 44min · 11 blocos

Os principais assuntos

Temas da conversa

01Tema 01 / 04

Missão propõe uma direita brasileira e independente do bolsonarismo

Renan enquadra a Missão no campo da direita, mas defende uma direita adaptada às condições brasileiras, com soluções próprias para desenvolvimento regional e combate ao crime organizado. Ele afirma que conceitos liberais não podem ser simplesmente importados e cita a dependência do Nordeste em relação ao governo federal como exemplo. Na avaliação dele, a direita obteve vitórias no impeachment de Dilma Rousseff e na Lava Jato antes de Bolsonaro, e precisa deixar de lutar pelos dramas da família Bolsonaro para voltar a lutar pelo Brasil.

02Tema 02 / 04

Partido novo busca exposição com pesquisas, viagens e presença nos debates

Renan afirma que um partido novo, sem os cinco parlamentares exigidos para garantir participação em debates, precisa subir nas pesquisas e se tornar conhecido. Ele aposta em viagens pelo Brasil, na discussão de problemas locais, em vídeos próprios e na exposição nas redes, embora relate ter sido barrado em rádios. Diante de um cenário que ele prevê concentrado em Lula, Flávio Bolsonaro e sua candidatura, defende que sua presença nos debates será necessária.

03Tema 03 / 04

Da faculdade de Direito ao MBL: a trajetória política de Renan Santos

Renan Santos relata sua origem em uma família de classe média, a passagem pela Faculdade de Direito da USP e o trabalho com recuperação de empresas antes de entrar na política. Ele associa sua mudança de trajetória às manifestações de 2013 e à crise econômica, descrevendo sua liderança nos protestos contra Dilma Rousseff e a criação de livros, revista, aplicativos e iniciativas do MBL. Ao explicar sua motivação, afirma que quer emancipar as pessoas, não apenas cuidar delas, e entrar para a história como alguém que mudou o Brasil.

04Tema 04 / 04

Missão aposta em quadros locais e política regional no Rio Grande do Norte

No Rio Grande do Norte, a Missão organiza uma linha de frente com candidatos a governador, deputados estaduais e deputados federais, embora os nomes ainda não sejam divulgados. A estratégia é criar quadros novos com atuação regional e municipalista, usando as redes sociais para tratar de problemas locais em vez de temas abstratos ou apenas nacionais. O partido afirma estar espalhando essa estrutura pelo Brasil, priorizando militantes e ativistas e acolhendo outros candidatos que compartilhem seus valores.

A conversa, pergunta a pergunta

Perguntas & Respostas

Os textos abaixo são resumos gerados da transcrição. Cada resposta traz o minuto exato — assista ao trecho para ouvir a íntegra.

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