BOMBA: Renan Santos ataca STF, acusa Bolsonaro, defende psicodélicos e propõe corte trilionário
ND Mais · 36min · 9 blocos
Os principais assuntos
Temas da conversa
Pré-campanha sem recursos aposta em viagens, mídia tradicional e mobilização
Renan explica que, em vez de buscar polêmicas, escolheu percorrer o país e falar com eleitores em eventos, rádios, TVs, jornais e redes sociais. Ele afirma que compensa a falta de tempo de televisão e dinheiro com trabalho, relata respostas positivas em Maranhão e Santa Catarina e diz buscar 10% até o início da campanha para transformar a pré-candidatura em um movimento de massa.
Choque de realidade no Maranhão valida a tese política da pré-campanha
O entrevistado afirma que seus vídeos e manifestações não são apenas marketing, mas expressam uma tese sobre o Brasil, relacionada ao pacto federativo e à responsabilidade gerencial de municípios e estados. Ele relata que encontrou respaldo no Maranhão, onde 12 de 15 mesas de um restaurante se levantaram para agradecer sua forma direta de criticar os políticos locais. Para ele, cobrar dos eleitores responsabilidade por seus votos, em vez de tratá-los como crianças, faz com que se sintam respeitados.
Renan defende uso terapêutico e de performance de psicodélicos e canabidiol
Renan afirma ser favorável ao uso terapêutico e de performance da psilocibina e do canabidiol, citando estudos, efeitos sobre criatividade e qualidade do trabalho e aplicações contra epilepsia e dores crônicas. Ele defende alternativas no SUS e questiona o uso prolongado de analgésicos e antidepressivos, além de rejeitar a associação entre cogumelos e crime organizado.
Medo de perseguição no interior é compensado com estratégia e trabalho
Renan admite que sente medo e relata riscos de perseguição política durante visitas a cidades pequenas do Maranhão, onde criticava erros de prefeitos e podia enfrentar apoiadores armados. Para evitar confrontos, sua equipe chegava sem avisar, gravava os vídeos e deixava rapidamente o local; diante da falta de estrutura, ele afirma que precisa compensar com mais trabalho, apesar do esgotamento.
A primeira ação de governo seria uma reforma fiscal para economizar R 3 trilhões
Renan afirma que aprovaria, ainda durante a transição, uma PEC de reforma fiscal com mudanças na Previdência, desvinculação dos orçamentos de saúde e educação e revisão de gastos. O plano inclui cortes em privilégios do funcionalismo, renúncias fiscais e fraudes no BPC e no Bolsa Família para economizar cerca de R 3 trilhões em dez anos, reduzir a dívida, os juros e os impostos e ampliar investimentos; depois, já no cargo, a prioridade seria enfrentar o crime organizado.
Reformas, tecnologia e terras raras para transformar o Brasil em potência econômica
Renan defende combinar reforma fiscal e agenda de competitividade, com leis trabalhistas e empresariais mais simples, menos burocracia, juros menores e estímulo ao investimento produtivo. Também propõe investimentos em infraestrutura e energia nuclear e o uso do urânio e das terras raras para criar no Brasil cadeias de produção de motores, drones, supercomputadores e semicondutores. Para ele, essa estratégia permitiria ao país superar economias como França, Inglaterra e Itália e disputar posições com Japão, Alemanha e Índia.
A conversa, pergunta a pergunta
Perguntas & Respostas
Os textos abaixo são resumos gerados da transcrição. Cada resposta traz o minuto exato — assista ao trecho para ouvir a íntegra.