Acusação nº 17 · Democracia e valores
“Renan é contra a democracia e a imprensa”
A resposta está filmada em dez anos de vida pública — e reunida no documentário “Não Vai ter Golpe” (2026). Comece pela origem: o primeiro ato da história do MBL foi defender a imprensa de um ataque físico, quando militantes depredaram a sede da editora da Veja: “São Paulo tem que tomar a iniciativa… defender a imprensa, porque a Veja foi atacada.” Um movimento que nasceu defendendo redação não precisa de lição de liberdade de imprensa de ninguém.
Sobre democracia, o documentário inteiro é a prova: o MBL derrubou um governo inteiro sem quebrar uma vidraça institucional — pela via constitucional, com pedido protocolado, votação no Congresso e povo na rua. E hoje é Renan quem defende as liberdades contra a censura real: fez apelo público ao ministro Alexandre de Moraes (“acabe com esse inquérito maldito… devolvam o nosso Estado democrático de direito”), elogiou a Globo quando ela desmentiu o poder e saiu em defesa do cidadão comum ameaçado por pendurar uma faixa. Sobre o “modelo Bukele”: “se você é membro de uma facção, você abdicou de prerrogativas porque entrou num grupo que comete crimes permanentemente. O Estado garantindo vida, liberdade e propriedade não é ditadura: é o Estado cumprindo sua função essencial.”